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António Costa será uma das personalidades mais influentes de 2018, segundo o Politico

A edição europeia do jornal digital considera que o primeiro-ministro português é uma das personalidades que estão a moldar, agitar e a fazer mexer a Europa.

Costa é descrito como um “duro lutador político escondido atrás de um pronto sorriso de campanha” DANIEL ROCHA

Um “esquerdista de sucesso” e uma das personalidades que estão “a moldar, agitar e fazer mexer a Europa”. É assim que a edição europeia da publicação americana Politico caracteriza António Costa, colocando-o na nona posição, numa lista de 28 personalidades influentes para 2018. O primeiro-ministro de Portugal é descrito pelo jornal online, especialista em assuntos internacionais, como um socialista bem-sucedido, o que é reflectido como sendo “coisa rara na Europa de hoje.”

Segundo o Politico, ao contrário de outros socialistas que acabaram por ser penalizados pela associação aos tempos de crise, António Costa apresentou-se como alguém capaz de gerar a mudança e “mudar a página da austeridade”, conseguindo nesse processo seduzir os investidores estrangeiros e também os parceiros de Portugal na zona euro, revelando-se um “duro lutador político escondido atrás de um pronto sorriso de campanha”.

A lista de personalidades que provavelmente irão moldar o mundo em 2018 é liderada pelo alemão Christian Lindner, líder do Partido Democrático Liberal, pelo ministro da Justiça e lorde chanceler do Reino Unido, Michael Gove, e pela ministra do Trabalho francesa, Muriel Pénicaud (ver lista completa na fotogaleria abaixo). Na tabela efectuada há cerca de um ano, constava a empresária angolana Isabel dos Santos, sendo a lista de então liderada pelo mayor de Londres, Sadiq Khan.

Christian Lindner, líder do Partido Liberal Democrata (FDP) alemão Michael Gove, Ministro do Ambiente britânico Muriel Pénicaud, Ministra do Trabalho francesa Mark Rutte, primeiro-ministro holandês Laura Boldrini, presidente do Parlamento italiano Anuška Delic, jornalista de investigação eslovena Jyrki Katainen, vice-presidente da Comissão Europeia Galina Timchenko, jornalista russa e editora do site de notícias dissidente Meduza António Costa, primeiro-ministro português Guy Verhofstadt, líder das negociações sobre o "Brexit" do Parlamento Europeu Jornalista e pivot austríaco Etienne Schneider, vice-primeiro-ministro luxemburguês Meral Aksener, políticia e fundadora do "Iyi Parti" (Bom Partido) na Turquia Zbigniew Ziobro, ministro da Justiça polaco Simon Harris, Ministro da Saúde irlandês Ana Patrícia Botin, presidente do Banco Santander Flavia Kleiner, activista política suíça e fundadora da Operação Libero  Olga Sehnalová, membro do Parlamento Europeu, República Checa Lajos Simicska, empresário húngaro Euclid Tsakalotos, ministro das Finanças grego Evgeny Morozov, escritor e investigador bielorusso Khalifa Hafter, militar líbio Eerik-Niiles Kross, diplomata, Estónia Mina Andreeva, porta-voz da Comissão Europeia, Bulgária Tino Sanandaji, investigador na área da economia sueco-iraniano René Redzepi, chef no restaurante Noma, Dinamarca Mirga Gražinyte-Tyla, directora musical da Orquestra Sinfónica de Birmingham, Lituânia Klitos Papastylianou, activista ambiental, Chipre